O Governo anuncia a abertura do ciclo de financiamento de Junho de 2026 do Programa de Apoio ao Estímulo Económico, uma iniciativa financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED), em parceria com a União Europeia, que disponibiliza cerca de 130 milhões de euros para apoiar a recuperação económica. A verba visa igualmente o desenvolvimento empresarial, a inovação e o crescimento sustentável.
Com uma dotação indicativa de 129,5 milhões de euros, o programa pretende impulsionar investimentos transformadores capazes de gerar emprego, aumentar a produtividade e fortalecer a competitividade dos sectores produtivos.
No âmbito deste ciclo de financiamento, as subvenções disponíveis variam entre 5 mil e 250 mil euros e os recursos poderão ser aplicados na recuperação de empresas afectadas por constrangimentos económicos, na expansão de operações produtivas, na introdução de inovação tecnológica, na aquisição de equipamentos e no aumento da capacidade de produção.
As candidaturas deverão ser apresentadas sob a forma de manifestações de interesse através do portal oficial do programa. Todas as propostas serão submetidas a um processo rigoroso de avaliação administrativa e técnica, em conformidade com os procedimentos estabelecidos pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento. O período de candidaturas decorre de 1 a 30 de Junho de 2026, estando os potenciais beneficiários encorajados a preparar e submeter os seus projectos dentro do prazo estabelecido.
Através desta iniciativa, o Fundo Europeu de Desenvolvimento e os seus parceiros reafirmam o compromisso de apoiar investimentos que reforcem a resiliência económica, promovam a inovação, estimulem a criação de emprego e contribuam para o desenvolvimento sustentável.
A expectativa é que os recursos disponibilizados permitam acelerar a transformação económica, melhorar as condições de vida das populações e criar novas oportunidades para milhares de empreendedores e empresas em África. A iniciativa surge num contexto em que os países africanos procuram consolidar a recuperação económica e criar bases mais sólidas para um crescimento inclusivo e resiliente.
O financiamento será disponibilizado sob a forma de subvenções a fundo perdido, destinadas a apoiar agricultores, empreendedores, cooperativas, pequenas e médias empresas, start-ups e outras organizações formalmente registadas que desenvolvam actividades económicas.
De acordo com a informação disponível no site do Ministério das Finanças, haverá uma atenção especial para projectos ligados à agricultura, indústria transformadora, comércio e produção ambientalmente sustentável.
A aposta nestes sectores reflecte a intenção de promover uma economia mais diversificada, com maior capacidade de gerar valor acrescentado, aumentar as exportações e fortalecer as cadeias de abastecimento.





