A Vodacom Moçambique anunciou um compromisso financeiro de 10 milhões de Meticais para apoiar a resposta humanitária às cheias e inundações que afectam milhares de famílias nas zonas sul e centro do país, causadas pelas chuvas intensas que fustigam o país e a região Austral de África.
Em comunicado de imprensa enviado à “Carta”, a Vodacom diz que o valor será canalizado para acções imediatas no terreno, incluindo apoio alimentar, bens de primeira necessidade, conectividade de emergência, kits de dignidade e outras iniciativas, em coordenação com as autoridades competentes e parceiros humanitários.
Como primeira acção, a empresa iniciou, esta segunda-feira (26), a entrega de cerca de 20 toneladas de produtos alimentares, bens essenciais e medicamentos ao Governo de Gaza, em articulação com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), para apoio directo às famílias afectadas.
Paralelamente, a Fundação Vodacom afirma ter lançado duas campanhas solidárias, uma de angariação de fundos em parceria com o M-Pesa, no âmbito da iniciativa “Chuva de Afectos”, em que, por cada cabaz alimentar doado, a Vodacom oferece outro. A segunda campanha é interna e visa a recolha de donativos entre os colaboradores da companhia, destinados aos centros de acolhimento temporários da Província de Maputo.
No domínio da protecção social, serão igualmente distribuídos 1.000 kits de dignidade, com produtos de higiene essenciais, em resposta ao apelo formulado pela Primeira-Dama, com enfoque na protecção de mulheres e raparigas.
No comunicado, a telefonia refere ainda que já se encontra no país uma missão do Instant NetworkEmergency Response (INER), uma iniciativa global da Fundação Vodafone, que visa restabelecer rapidamente a conectividade nas zonas afectadas, assegurando serviços gratuitos de voz, SMS e internet nos centros de acolhimento. Como medida adicional, a Vodacom diz ter disponibilizado um pacote SOS gratuito para clientes das zonas afectadas, contendo minutos para todas as redes, dados móveis e SMS.
Lembre-se que as cheias e inundações que se registam nas regiões sul e centro do país já desalojaram mais de 780 mil pessoas, para além de ter destruído diversas infra-estruturas privadas e públicas, com destaque para escolas, hospitais e habitações. (Carta)





