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17 de November, 2025

Subida dos preços do peixe, motorizadas e milho agravam custo de vida em Outubro

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Tomando como referência os dados recolhidos em Outubro findo, nas Cidades de Maputo, Beira, Nampula, Quelimane, Tete, Chimoio, Xai-Xai e Província de Inhambane, quando comparados com os do mês anterior, indicam que o país registou um aumento de preços na ordem de 0,29%. A divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas foi a de destaque, ao contribuir com cerca de 0,08 pontos percentuais (pp) positivos.

Analisando a variação mensal por produto, o Instituto Nacional de Estatística (INE) observou o aumento de preços do peixe fresco (2,0%), de mensalidades da DSTV (3,9%), de motorizadas (3,6%), do milho em grão (5,7%), do peixe seco (1,0%), da couve (3,4%) e de refeições completas em restaurantes (0,4%). Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,18 pp positivos.

No entanto, alguns produtos, com destaque para o óleo alimentar (0,9%), o detergente em pó (1,3%), a cebola (2,4%), o arroz em grão (0,5%), o feijão manteiga (0,8%), a batata-reno (4,4%) e a carne de cabrito (1,9%), contrariaram a tendência de aumento de preços, ao contribuírem com cerca de 0,08pp negativos no total da variação mensal.

Relativamente a igual período do ano anterior, os preços do mês em análise registaram um aumento na ordem de 4,93%, influenciado pelas divisões de alimentação e bebidas não alcoólicas e de restaurantes, hotéis, cafés e similares, que tiveram maior aumento de preços, ao variarem com cerca de 11,85% e 9,01%, respectivamente.

Analisando a variação mensal pelos centros de recolha, nota-se que, em Setembro findo, somente as Cidades de Quelimane e da Beira registaram queda de preços com cerca de 0,10% e 0,05%, respectivamente. Entretanto, os restantes centros registaram aumento de preços, sendo de destacar a Cidade de Chimoio com 1,21%, seguida da Cidade de Tete com 1,19%, da Província de Inhambane com 0,15%, da Cidade de Maputo com 0,13%, da Cidade de Xai-Xai com 0,06% e da Cidade de Nampula com 0,05%.

Relativamente à variação homóloga, todos os centros registaram um aumento do nível geral de preços. A Cidade de Tete registou o maior aumento de preços, com cerca de 9,74%, seguida da Cidade de Quelimane com 5,77%, da Cidade de Xai-Xai com 5,42%, da Cidade de Chimoio com 5,13%, da Província de Inhambane com 4,96%, da Cidade de Maputo com 3,85%, da Cidade da Beira com 3,82% e da Cidade de Nampula com 3,80%.

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