A preocupação foi expressa pelo Governador de Nampula Manuel Rodrigues, durante a primeira reunião nacional dos operadores do sector que termina esta sexta-feira na capital provincial. Manuel Rodrigues disse que a província de Nampula produz 50 por cento da castanha de cajú no país, com 37 fábricas e empresas de processamento. Deste número, 20 exportavam o produto, mas apenas seis estão em funcionamento, o que significa que muitos cidadãos ficaram desempregados.
O Secretário de Estado de Nampula, Jaime Neto, que também falou no encontro, defendeu ser urgente a participação do sector privado no fomento de cajú no país, desde a produção, distribuição de mudas e controlo de pragas e doenças.
A primeira reunião nacional dos actores de cajú, na qual participam os principais intervenientes, pretende dinamizar o mercado e o progresso do sector e perspectivas de indústria de cajú no país. O encontro é organizado pelo Instituto Nacional de Amêndoas. Moçambique tem mais de 1.4 milhão de pequenos produtores que se dedicam ao cultivo de cajú e a toda a sua cadeia de valor. (Carta)





