Uma proposta que articula arte, memória, resistência, educação e ancestralidade negra, conectando Brasil e Moçambique numa experiência sensível e de continuidades a partir das matrizes negro-africanas.
Um chamado para sentir e fortalecer as conexões entre territórios negros em diáspora, onde arte é também tecnologia de memória, cura e reinvenção.
(24 de Março, às 18h30min no Instituto Guimarães Rosa)





