Relatos apontam que a estudante agredida na casa-de-banho do Colégio Aboobacar, na província de Maputo, poderá ter tido um desentendimento posterior com a agressora fora do ambiente escolar. As circunstâncias do caso continuam a ser apuradas.
Colegas da vítima afirmam que, após a agressão, a estudante terá contactado uma prima, minutos depois, pedindo-lhe apoio para “ajustar contas” com a agressora, o que de facto aconteceu.
Há ainda informações de que a prima da aluna, alegadamente residente no bairro da Mozal, terá reunido um grupo de jovens para vingar-se da agressora no exterior da escola, situação que resultou numa confusão ainda maior.
Entretanto, nesta quinta-feira, “Carta”tentou ouvir a aluna agredida no recinto escolar, mas esta recusou-se a prestar declarações, alegando necessitar da autorização da mãe para fornecer qualquer informação à imprensa.
Também foi solicitada a possibilidade de contactar os pais da vítima, mas a estudante recusou-se a partilhar os contactos.
Recorde-se que a jovem foi agredida por uma colega no interior de um sanitário do Colégio Aboobacar Sidik, na província de Maputo.
O episódio, registado em vídeo por outros estudantes, circulou nas redes sociais nas primeiras horas de quarta-feira, gerando indignação entre pais e encarregados de educação.
Contactado pela Carta, o director-pedagógico do ensino secundário do colégio, Evaristo Manjate, afirmou que o caso “não é jornalístico” e que já está a ser tratado de acordo com o regulamento interno da instituição.





