O Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou profundo pesar pela morte da antiga Primeira-Ministra de Moçambique, Luísa
Diogo, vítima de doença, ocorrida hoje em Lisboa.
“Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento da antiga Primeira-Ministra, Luísa Dias Diogo. Moçambique perde hoje uma
filha ilustre, cuja dedicação à causa pública e ao desenvolvimento do nosso País ficará para sempre na memória de todos nós”, refere o Chefe do Estado em mensagem endereçada à família enlutada.
“O seu legado ultrapassa as fronteiras de Moçambique. Foi reconhecida como uma das figuras femininas mais influentes do
mundo pela revista Forbes e incluída entre as 100 personalidades mais influentes pela Times Magazine, fruto do seu papel decisivo na economia, na liderança e na defesa da igualdade de género, actuando também em importantes painéis da Organização das
Nações Unidas”, lê-se na nota de pesar de Daniel Chapo.
Luísa Diogo morreu hoje em Lisboa, vítima de doença, disse à Carta de Moçambique fonte próxima da família.
Diogo, 68 anos, perdeu a vida no Centro Clinico Champalimaud, da Fundação Champalimaud, na capital portuguesa, onde recebia tratamento médico, avançou a fonte, sem adiantar mais detalhes.
A política foi primeira-ministra entre 2004 e 2010, depois de ter sido ministra das Finanças, de 2000 a 2005, e vice-ministra do mesmo pelouro, entre 1994 e 2004.
Luísa Diogo, natural da província de Tete foi distinguida como uma das figuras femininas mais influentes do mundo pela revista Forbes e como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo, pela revista Times Magazine, devido ao seu papel na economia, liderança e defesa da igualdade de género em Moçambique e a nível global, actuando também em painéis das Nações Unidas.
Casada com o renomado advogado Albano Silva, Luísa Diogo concorreu nas eleições internas da Frelimo a candidato do partido no poder às eleições presidenciais de 2014, ganhas por Filipe Nyusi.





