O documentário traça o percurso de Ricardo Rangel, figura central da fotografia moçambicana e símbolo de resistência. Com 80 anos à data da filmagem, Rangel é apresentado como testemunha activa de mais de seis décadas de história do país. Desde as primeiras denúncias contra o regime colonial, no final dos anos 1940, até à pós-independência, a sua câmara captou a cidade dividida, a boémia, o jazz, a guerra e o quotidiano de um povo em transformação.
Após a exibição, haverá uma conversa com o realizador e convidados, numa oportunidade para aprofundar o legado do fotógrafo e o processo de construção do filme.
(15 de Julho, às 18h00 no Centro Cultural Franco – Moçambicano)





