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2 de September, 2025

Jornalista da Rádio Moçambique, Caetano Alberto, vence “Grande Prémio CD Ambiente 2025”

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O jornalista da Rádio Moçambique, Caetano Alberto, venceu o “Grande Prémio” da 6ª edição do concurso de jornalismo “CDM Ambiente 2025” com a peça jornalística intitulada “Consequência de destruição do mangal na reprodução do caranguejo…”. Alberto recebeu do júri 209 pontos, correspondentes a 4,6 pontos na escala de 1 – 5, e um cheque no valor de 150 mil meticais.

Para além do “Grande Prémio”, uma inovação nesta 6ª edição do concurso de jornalismo “CDM Ambiente 2025”, foram premiados oito concorrentes nas categorias de televisão, rádio, imprensa e fotojornalismo.

Na categoria de Televisão, o 1º lugar foi para Cristina Dimule, da Televisão de Moçambique (TVM), com a peça “Poluição Ambiental Grave em Pemba Derivado de Processamento e Reaproveitamento de Lixo Perigoso” e o 2º para Genilson Matuca, da Miramar, com a peça “Cenário de Poluição Ambiental Ganha Contornos cada vez mais assustadores e cria revolta na população.

Na Imprensa, o 1.º Lugar foi para Bento Venâncio, do jornal “Domingo”, com a reportagem “Porquê enfrentamos tanto calor” e o 2.º Lugar para Edília Tomás Munguambe Nhandimo, do jornal Notícias, coma peça “Uso de carvão ecológico: Alternativa sustentável em Manhiça”.

Na Rádio, o 1.º Lugar coube a Vasco Artur, da Rádio Comunitária de Gorongosa, com a peça “Produtores de carvão e Operadores florestais aceleram destruição de florestas””, e o  2.º Lugar para Abdul Remane Alifate Ibraimo, da Rádio A Voz do Islam, com a matéria “Dramas vividos por pessoas com deficiência em Buzi e Nhamatanda-Sofala”.

No Fotojornalismo, o 1.º classificado foi Celso Domingos Macassa, do jornal Notícias, com a matéria “Flores que nascem no lixo”, e o segundo classificado foi Inácio Pereira, também do jornal Notícias, com a peça “O Ambiente não agradece”.

Os primeiros classificados de todas as categorias receberam 120 mil meticais e os segundos 60 mil. O júri para esta 6ª edição foi constituído por Anabela Adrianopoulos, Arsénio Manhice, Ernesto Nhanale, Jacinta Carlos e Carlos Serra.

Sobre a organização deste concurso, o Administrador da CDM, Bruno Tembe, disse: ““Este evento representa o compromisso da CDM com o meio ambiente. Queremos, através do trabalho dos profissionais da comunicação social, contagiar a sociedade sobre a importância da preservação do ambiente. A CDM tem um contrato com uma entidade para fazer a recolha e tratamento do desperdício pós-consumo das suas marcas. Todavia, recentemente foi aprovado um Diploma Ministerial que introduz a Taxa Ambiental sobre a Embalagem cujo valor reverte em 40% para o FNDS e 60% para o Orçamento do Estado. Esta medida penaliza empresas ambientalmente responsáveis, como é o caso da CDM.”

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