O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção (GPCC), na província de Nampula, aponta os agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) e os professores como os principais “perpetuadores” de actos de corrupção naquela região do país. Em termos numéricos, aquela entidade registou, de Janeiro até à presente data, sessenta e seis casos de corrupção.
Os dados foram fornecidos pelo procurador e porta-voz do GPCC, em Nampula, Aristides Manuel, que na última quarta-feira falou aos jornalistas para explicar o estágio actual dos processos relacionados com a corrupção.
A fonte defendeu a realização de mais palestras de consciencialização dirigidas aos funcionários e agentes do Estado, e acrescentou que, dos 66 casos reportados até agora, 23 já tiveram despacho, dos quais, apenas quatro pessoas se encontram detidas.





