Sinopse
Uma mulher emerge no centro de um espaço ritual e urbano, tecendo gestos herdados e reinventados. O seu corpo, ora chão, ora vento, atravessa tempos e geografias: dos tambores da dança tradicional ao pulso urbano de gestos e movimentos, e ao transe do círculo.
Em trinta e cinco minutos intensos, Hybris propõe uma colisão harmoniosa de linguagens, onde a ancestralidade se contamina com a modernidade e a identidade se fragmenta em múltiplas presenças. É um chamado à reinvenção do corpo como território híbrido, insubmisso e feminino.
(24 de Julho, às 18h00 no Centro Cultural Português)





