A roda de conversa propõe uma reflexão crítica sobre os processos de produção e reprodução do conhecimento no Brasil e na América Latina, e em Moçambique e no continente africano, tomando como fio condutor a denúncia do eurocentrismo como espelho distorcido que impede a construção de imagens próprias da amefricanidade. O debate ancora-se na análise da formação de professoras(es), tendo como referência a relevância do ensino da história e cultura africana e afro-brasileira, evidenciando avanços, tensões e desafios desse campo em disputa nos dois países.
(De 15 a 16 de Maio, às 17h30 no Instituto Guimarães Rosa)





