Estamos habituados a ouvir os pensamentos de Ngoenha, Lima, Macamo, Castiano ou ainda Mosca, quando se trata de falar de Moçambique, da FRELIMO e da governação. Estes intelectuais são considerados como únicos académicos com opinião legítima, quando se trata de externalizar a realidade política e social moçambicana. A eles, parece que lhes foi concedido espaço […]